quarta-feira, 30 de março de 2011

FONTES E FORMAS DE ENERGIA




Fontes e Formas de Energia





1.Energia Fontes e formas de energia


2007_children_playground_criancas2Estou cheio de energia, ninguem me segura!

Estou sem energia nenhuma!

                                                    


2.Energia está em tudo ! Nestas situações associa-se energia à saúde ou à atividade . Vou dormir para recuperar energia para amanhã! Hoje estou cheia de energia . Ninguém me ganha!! Não me sinto bem! Estou sem energia …

                                                



3.Energia está em tudo que nos rodeia! Diariamente, ouvimos ou lemos frases como: É necessário resolver o problema energético . A água é uma energia limpa. Estes cereais dão muita energia . O carvão é uma energia suja. Em frases como estas, a palavra energia é utilizada como sinônimo de fonte de energia .


4.Fontes de energia

As fontes de energia podem classificar-se em:

Fontes de energia primárias – quando ocorrem livremente na Natureza.

Ex.: Sol, água, vento, gás natural, petróleo bruto





Fontes de energia secundárias – quando são obtidas a partir de outras.

Ex.: eletricidade, gasolina, petróleo.


  



5.Fontes de energia

As fontes de energia primárias podem ser:

Fontes de energia renováveis são aquelas que se renovam continuamente na Natureza, sendo, por isso inesgotáveis.

Fontes de energia não renováveis são aquelas cujas reservas se esgotam, pois o seu processo de formação é muito lento comparado com o ritmo de consumo que o ser humano faz delas.

6.Fontes de energia renováveis

O Sol

Esta energia pode ser utilizada para produzir:

Calor através de coletores solares.

Eletricidade através de painéis fotovoltaicos.

O vento Esta energia pode ser utilizada para produzir eletricidade através de aerogeradores.




7.Fontes de energia renováveis A biomassa A biomossa consiste no aproveitamento da energia acumulada nos combustíveis tradicionais (lenha) e em algumas plantas com elevado teor energético (milho, cana-de-açúcar). A Água A energia da água pode ser aproveitada recorrendo aos modernos recursos da ciência e tecnologia. Por isso constroem-se barragens hidroelétricas para produzir eletricidade.



8.Fontes de energia renováveis As marés O aproveitamento desta energia pode ser feito através de centrais elétricas que funcionam por acção da água das marés. É necessário uma diferença de 5 metros entre a maré alta e a maré baixa para que este aproveitamento se torne rentável. Os géiseres O calor proveniente do interior da Terra pode ser aproveitado. A água de uma jazida geotérmica pode ser recuperada sob a forma de calor e ser aproveitada para produzir eletricidade.




9.Fontes de energia não renováveis Gás natural Petróleo bruto Carvão Estas fontes de energia não renováveis são combustíveis fósseis. Parte da eletricidade que utilizamos provém destes combustíveis e é produzida em centrais térmicas. O calor que se liberta durante a queima destes combustíveis pode ser utilizado para mover as turbinas das centrais e produzir eletricidade que chega às nossas casas através dos cabos de alta tensão.





10.Fontes de energia não renováveis Urânio Também se pode produzir energia elétrica nas centrais nucleares. Nestas centrais a fonte de energia é normalmente o urânio.






11.Formas de energia De acordo com os efeitos que a energia produz, ou conforme os fenômenos a que está associada, atribuímos-lhes diferentes qualificações: Energia solar – é a energia que está associada à radiação solar. Energia luminosa – é a energia que está associada à radiação solar, á luz de uma lâmpada ou de uma vela.




12.Formas de energia Energia hídrica – é a energia que está associada à água armazenada numa barragem. Energia das ondas ou marés – é a energia que está associada às ondas do mar ou à subida e descida das marés.





13.Formas de energia Energia geotérmica – é a energia que está associada ao calor proveniente do interior da Terra. Energia eólica – é a energia que está associada ao vento.




14.Formas de energia Energia sonora – é a energia que está associada às ondas sonoras. Energia elétrica – é a energia que está associada à corrente elétrica.

15.Formas de energia Energia térmica – é a energia que está associada às variações de temperatura de um corpo. Energia química – é a energia que está associada ao carvão, petróleo, alimentos, medicamentos.

16.Impactos ambientais

Energia solar:

Energia limpa.

Ao instalar uma central fotovoltaica altera-se a paisagem existente e o equilíbrio natural.

Energia eólica:

Energia limpa.

Os parques eólicos alteram a paisagem.

Se for colocado em rotas migratória pode provocar a morte de muitas aves.






Energias renováveis

17.Impactos ambientais

Energia da geotérmica:

Energia limpa.

A libertação de vapor a alta pressão provoca poluição sonora e a libertação de calor altera o ecossistema em redor.

Energia da biomassa:

Energia limpa.

A produção de eletricidade através da combustão liberta gases nocivos e partículas para a atmosfera, contribuindo para o aquecimento global.

Energia hidráulica:

Energia limpa.

As centrais hidroelétricas (barragens) provocam inundações alterando o equilíbrio dos ecossistemas.

18.Impactos ambientais Energias não renováveis

Energia nuclear:

Energia poluente.

É altamente perigosa.

Em caso de acidente liberta-se radioatividade que é prejudicial a qualquer organismo, permanecendo no meio durante muito tempo.



Energia dos combustíveis fósseis:

Energia poluente.

Alteram os habitats naturais onde se efetuam as extrações .

A queima dos combustíveis liberta para a atmosfera gases poluentes.

A exploração dos combustíveis fósseis conduz ao seus esgotamento uma vez que as reservas são cada vez menores.
Os combustíveis fósseis são resultado de um processo de decomposição das plantas e dos animais.


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19.Conclusões

A energia manifesta-se à nossa volta e nas atividades que desenvolvemos de muitas formas: nada acontece sem energia. A energia faz parte do Universo que nos rodeia.

As fontes de energia podem ser renováveis ou não renováveis conforme o tempo que leva a repor-se a energia que delas vai sendo utilizada.

O século XX recorreu essencialmente a energias poluentes ou sujas, como o petróleo, gás natural ou carvão. O século XXI irá abrir as portas às energia limpas, que além de não serem poluentes são inesgotáveis.

20.Conclusões

O Sol é a principal fonte de energia renovável e é a origem de toda a energia que consumimos na Terra.

A energia manifesta-se de diferentes modos, sendo detectada pelos efeitos que produz.

A energia , que é só uma, pode ser qualificada de acordo com os efeitos que produz, com os fenômenos a que está associada ou de acordo com a fonte de onde provém.

DICAS DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA

DICAS DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA.



Aplicam-se os Princípios acima de maneira bastante fácil. Não é preciso fazer uma revolução em sua empresa :



- Ao contratar serviços ou adquirir equipamentos, tenha em Mente: "Como Conservar"



- Contrate empresas que ofereçam serviços de Qualidade. Estas irão apresentar propostas claras, detalhadas e personalizadas.



- Assegure-se que todos os serviços de Engenharia sejam elaborados por profissionais legalmente habilitados junto ao CREA e exija sempre a participação efetiva de um RT (Responsável Técnico) e o registro do serviço em ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) no CREA !



- Opte pelo fornecedor que lhe ofereça projeto completo com toda a documentação (estimativas / ante-projeto, comparativos de consumos de energia, memória de cálculo, manuais, desenhos, listas, etc). Evite a tentação de contratar "desenho" no lugar de Projeto ! (desenho≠projeto )



- Após a contratação, controle a sua execução, exija qualidade, vistorie e pague quando estiver satisfeito.



- Para especificar e avaliar o serviço, busque apoio em uma assessoria adequada



- Lembre-se que contratando serviços desqualificados, TODOS serão prejudicados:



- A sua empresa que arcará com as conseqüências ( " O barato sempre sai caro !" )



- As empresas qualificadas que ficarão sem trabalho



- As empresas desqualificadas que serão estimuladas a continuarem na trajetória descendente no nível técnico / educacional até chegarem a inanição



- E o Brasil que continuará com o enorme fardo de um País não sério !

DICAS DE CONSERVAÇÃO DE ÁGUA.
Dicas Fáceis para Conservação de Água


•Concerte canos furados ou torneiras que pingam.

•Ao lavar vegetais encha uma bacia ou a pia com água em vez de deixar a torneira a correr.

•Tome banhos mais curtos.

•Encha uma garrafa com água e ponha no frigorífico para beber em vez de deixar a torneira aberta até sair água fria.

•Regue os relvados no início da manhã para que a água se infiltre no solo e não evapore imediatamente devido à energia solar.

•Deixe a relva crescer mais no tempo seco para que retenha a humidade e não precise de ser regada tão frequentemente (também é bom para insectos!).

•Use um sistema de irrigação gota a gota em vez de um aspersor.

•Cubra as piscinas quando não estão a ser usadas.

•Use água da piscina proveniente de operações de lavagem ou drenagem para regar relvados e plantas.

•Recolha água da chuva para regar as plantas.




 

ENERGIA - CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS E DA ENERGIA


RECURSOS NATURAIS .
Conservação de nossos recursos naturais – água, madeira, carvão, eletricidade Recursos naturais são materiais providos pela natureza, como florestas, minerais, solo, água e vida selvagem. Eles não podem ser criados ou manufaturados por nós como outros produtos feitos pelo homem, como o plástico. A principal causa de preocupação é que nossas reservas naturais estão sendo depletadas rapidamente (em demasia) por causa de nosso crescimento populacional e de nosso sobre-uso de recursos. A maneira como estamos desperdiçando água, um dia logo virá em que não teremos uma gota de água para beber. Imagine o que acontecerá então! Nós não poderemos sobreviver. Da mesma forma estamos derrubando árvores e usando muita madeira para fazer nossa mobília para nossos lares. O que acontecerá se perdermos todas as nossas florestas desta maneira, limpando-as para construir nossas casas ou para usar a madeira? Sem florestas nós não teremos o que comer, ar fresco para respirar. Sufocaremos até a morte, já que todos sabemos que as plantas verdes nos fornecem mais oxigênio. O carvão é usado como combustível para várias de nossas atividades. O que acontecerá se usarmos carvão demais. Ficaremos sem ele. Deveríamos então substituir seu uso por recursos renováveis de energia como a energia solar para executar nossas atividades. A energia do sol não é gasta em demasia. Nos dias de hoje, instrumentos que usam energia solar como aquecedores e fogões estão disponíveis. Até mesmo sinais de tráfego nas rodovias são providos por energia solar. Apenas olhe para a forma como desperdiçamos eletricidade. O que está acontecendo? A energia custa, é claro! Devemos, portanto, encontrar maneiras de conservar nossos recursos naturais. Dessa forma: Nunca desperdice água. Use-a apenas quando houver necessidade. Jamais deixe água vazando em tanques. Não desperdice água lavando janelas. As janelas podem ser limpas com panos molhados. Sempre substitua torneiras quebradas. Use menos água para lavar, no banho etc. Instale unidades de coleta de água da chuva. Esta água pode ser usada em jardins, ao longo do ano. Economize energia. Mantenha os interruptores desligados quando não estiverem em uso. Use lâmpadas econômicas no lugar das lâmpadas comuns. Utilize a escada em caso de não estar indo além do segundo andar. Subir escadas é um ótimo exercício. A conservação dos recursos naturais é uma necessidade atual, se você desperdiça seus recursos, então sofrerá mais tarde. Lembre-se do ditado – Desperdiçar não quero (Você não enfrentará dificuldades se não desperdiçar seus recursos).




Conservação de Energia .


Na acepção científica, o termo conservação de energia refere-se ao Princípio da Física que estabelece que a energia total do universo é constante, para qualquer sistema fechado. Dessa forma, a energia pode somente mudar de forma: energia cinética transforma-se em energia potencial, energia potencial transforma-se em energia cinética, energia interna transforma-se em calor ou trabalho. Assim, a energia não pode ser criada ou destruída, somente transformada.



Na terminologia técnica da área de Engenharia, o termo conservação de energia refere-se a técnicas e procedimentos que visam reduzir o desperdício e o uso ineficiente da energia, principalmente elétrica, sem comprometer o conforto e/ou a produção. Em geral, o termo conservação está ligado ao uso racional da energia. Essa área tecnológica tornou-se emergente, principalmente, depois da crise do petróleo na década de 1970, quando a elevação dos preços desse insumo alterou substancialmente a estabilidade das estratégias de obtenção dos recursos necessários para garantir a sustentabilidade do processo de desenvolvimento.



De maneira genérica, a conservação de energia pode ser aplicada em diversos níveis:



Eliminação dos desperdícios;

Aumento da eficiência das unidades consumidoras de energia;

Aumento da eficiência das unidades geradoras de energia;

Reaproveitamento dos recursos naturais pela reciclagem e redução do conteúdo energético dos produtos e serviços;

Rediscussão das relações centro-periferia em setores como transporte e indústria;

Mudança dos padrões de consumo em favor de produtos e serviços que requerem menor uso de energia.

No Brasil, as primeiras iniciativas para desenvolver tecnologias de conservação começaram em 1975, com a organização de um seminário sobre o assunto pelo Grupo de Estudos sobre Fontes Alternativas de Energia (GEFAE) que resultou na implantação de um programa de financiamento, pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), de pesquisas sobre eficiência na cadeia de captação, transformação e consumo de energia.


OS FOGUETES BRASILEIROS.




Lançador de satélites do Brasil decola em 2014.


O ano de 2014 está marcado como aquele em que o Brasil vai mandar para o espaço um lançador de satélites com tecnologia 100% nacional. Sete anos depois da explosão no Centro de Lançamento de Alcântara (Maranhão), que matou 21 pessoas e deu duro golpe no programa espacial do País, a Agência Espacial Brasileira (AEB) mostra sinais de recuperação. Em 2012, o Brasil deve colocar em órbita outro foguete, em parceria com a Ucrânia.

VLS-1 será lançado da Base de Alcântara, assim como o Cyclone 4


MAIS SEGURO



“Olhando de fora, os modelos parecem iguais. A configuração é a mesma, mas houve várias alterações em sistemas internos, elétricos e computadores de bordo, que transformam o novo foguete num modelo mais seguro”, explica Himilcon. Segundo ele, o VLS-1 terá a capacidade de levar satélites de tamanhos pequeno e médio, com carga aproximada de até 200 kg. O primeiro a ser levado deverá ser o satélite universitário Itasat.



Até o lançamento do VLS-1, estão previstos testes no ano que vem e em 2013. Uma maquete em tamanho real da plataforma já está sendo erguida. Antes de tudo isso, porém, outro foguete brasileiro pode chegar ao espaço, desenvolvido em parceria com a Ucrânia: o Cyclone 4. A previsão é que equipamento leve para o espaço, já no ano que vem, a nova versão do satélite CBERS, decolando a partir da Base de Alcântara. A versão atual do CBERS, desenvolvida em parceria com a China, já faz o monitoramento da Amazônia.



Apesar de o Brasil não ter pretensões de realizar exploração de outros planetas, segundo Himilcon os últimos avanços fazem com que o Brasil já seja visto como uma nação respeitada no cenário da pesquisa espacial.



 Dá para dizer no exterior que o Brasil entrou na corrida espacial.



Emergentes na corrida espacial



O Brasil tenta consolidar seu programa espacial num cenário em que vários países emergentes da exploração do espaço, como Índia, China e Japão, têm obtido muita importância. Isso se deve ao fato de a Nasa já não contar com tantos investimentos.





A CAMINHO DO ESPAÇO SIDERAL



DIMENSÕES DO VLS-1

Primeiro foguete totalmente construído por cientistas brasileiros, o VLS-1 terá 19 metros de comprimento e um de diâmetro. Ele pesará 50 toneladas e poderá levar satélites de até 300 kg.



CYCLONE 4 SERÁ MAIOR

Já o Cyclone 4, parceria entre Brasil e Ucrânia, terá 40 metros de comprimento, 4 de diâmetro, pesará 200 toneladas e poderá colocar em órbita um satélite com até 5,3 toneladas .



NOVOS PROTAGONISTAS

Recentemente, outros países além de EUA e Rússia têm se destacado nas pesquisas espaciais. Em 2003, a China fez o seu primeiro voo tripulado para o espaço, tornando-se o terceiro país a conseguir este feito. Índia e Japão também têm conseguido vários avanços.



TAXI LUNAR

Na sexta-feira, a Nasa informou alguns de seus planos, apesar de cortes em verbas: vai focar na viabilização da ida do homem a Marte e ajudar empresas privadas a criarem serviços de transporte orbital, além de lançar satélites para monitorar mudaças climáticas.



Fonte: O dia via NOTIMP





O HOMEM NA LUA




Decorreram já quarenta anos sobre a data em que um ser humano deixou o planeta Terra e, pela primeira vez, pousou o pé no solo lunar. Quem não era nascido ainda poderá agora espantar-se com as maravilhas da tecnologia de há quatro décadas; porém, quem acompanhou ao vivo este acontecimento, decerto recordará com emoção as imagens que documentaram a maior odisseia da espécie humana.


 O primeiro homem na lua

Grande plano do pé do astronauta Edwin Aldrin no solo lunar em 20 de Julho de 1969.


Foi sem dúvida a maior aventura da espécie humana, a mais ousada, a mais perigosa e a mais difícil de concretizar. Faz hoje precisamente quarenta anos que seres humanos se atreveram a caminhar noutro solo que não o do seu planeta-mãe, a mais de 300 000 Km de distância. Transportada pelo fantástico Saturno V, a nave espacial Apollo 11 levou a bordo os astronautas Michael Collins, Edwin Aldrin e Neil Armstrong, que foram a face visível de uma equipa de milhares de pessoas que permitiu a concretização desta grandiosa epopeia. Recordar a viagem da Apollo 11 é recordar um dos pontos mais altos da história da Humanidade; é recordar um pouco de nós próprios. Felizmente há imagens.

 O primeiro homem na lua
Vista aérea da Apollo 11 a sair do Centro Espacial de Cape Canaveral em direcção ao seu local de lançamento em 20 de Maio de 1969

Apesar da viagem ter demorado oito dias e a permanência na lua apenas 21 horas, toda a preparação da missão demorou uma década. Não esquecemos as imagens dos foguetões a erguerem-se no ar, das tentativas tragicamente fracassadas, dos astronautas a flutuar no espaço, da árida paisagem lunar, do nosso pequeno planeta visto do espaço, do centro de controle de Houston, do resgate da cápsula espacial no meio do oceano ou do desfile triunfal dos conquistadores da lua pelas ruas de Nova Iorque. Para nosso contentamento, o jornal The Boston Globe reuniu um grupo significativo destas imagens, dispersas por vários arquivos, no seu site. Fiquemos com algumas delas e comemoremos esta data recordando a extraordinária odisseia da Apollo 11.



 O primeiro homem na lua


O módulo lunar Eagle na sua viagem entre a nave espacial Apollo e a lua, transportando os astronautas Armstrong e Aldrin. Na nave permaneceu Collins, o comandante da missão, que realizou esta foto em que se vê ao fundo a Terra.



Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2009/07/primeiro_homem_lua.html#ixzz1I5iEbbLI

 






 


A EXPLORAÇÃO DO SISTEMA SOLAR POR MEIO DE SONDAS.

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Voyager 1 é uma sonda espacial que em 21 de Janeiro de 2005 completou dez mil dias de atividade, desde que foi lançada em 5 de Setembro de 1977 pela NASA. Inserida no programa Voyager que previa o desenvolvimento de duas sondas de exploração inter-planetária (Voyager 1 e 2), tinha como objetivo a realização de um Grand Tour aproveitando o posicionamento favorável dos gigantes gasosos do sistema solar. Originalmente, porém, o Grand Tour foi desenhado para permitir visitas a apenas Júpiter e Saturno.




A Voyager 1, apesar de ter sido lançada para a sua missão após a Voyager 2, seguiu uma trajetória mais favorável atingindo o seu ponto mais próximo de Júpiter em 5 de Março de 1979, após o qual deu início a uma nova trajetória para interseção do sistema de Saturno ao qual chegou no dia 12 de Novembro de 1980. Esta trajetória mais rápida e desenhada de forma a permitir uma posição mais favorável à observação de Io e de Titã não permitiu à sonda a continuação da missão em direção a Urano e/ou Netuno. Assim, a Voyager 1, seguiu uma trajetória que a levaria a sair do sistema solar numa direção oposta à da sonda Pioneer 10.



Ao longo da sua missão científica, a Voyager 1 permitiu o desenvolvimento do nosso conhecimento dos sistemas de Júpiter (obtendo mais de 19.000 imagens de Júpiter e dos seus satélites) e Saturno através do envio de imagens de elevada qualidade e de outras informações obtidas através dos variados instrumentos instalados na sua plataforma. Descobriu três satélites em Saturno: Atlas, Prometeu e Pandora. Após a sua missão planetária, a Voyager 1 iniciou a fase de exploração das fronteiras do sistema solar denominada Voyager Interstellar Mission ou VIM que propõe o estudo da heliosfera e da heliopausa. Espera-se, assim, que a Voyager 1 seja o primeiro instrumento humano a estudar o meio interestelar. No entanto, e devido a cortes orçamentais, em 2005 a continuidade de missão não se encontra garantida.



A par da sua gêmea, a Voyager 2, lançada duas semanas antes, a 20 de Agosto, a Voyager 1 possui um detector de raios cósmicos, um magnetômetro, um detector de ondas de plasma, e um detector de partículas de baixa energia, todos ainda operacionais. Para além destes equipamentos, possui um espectrômetro de ondas ultravioleta e um detector de ventos solares, já inoperacional. Para além deste equipamento, as duas sondas carregam consigo um disco (e a respectiva agulha) de cobre revestido a ouro, contendo uma apresentação para outras civilizações, com 115 imagens (onde estão incluídas imagens do Cristo Redentor no Brasil, a Grande Muralha da China, pescadores portugueses, entre outras), 35 sons naturais (vento, pássaros, água, etc.) e saudações em 55 línguas, incluindo em língua portuguesa, feita por Portugal e pelo Brasil. Foram também incluídos excertos de música étnica, de obras de Beethoven e Mozart, e "Johnny B. Goode" de Chuck Berry. Atualmente, a Voyager 1 é o mais distante objeto feito pelo homem a partir da Terra, viajando fora do planeta e do Sol a uma velocidade relativamente mais rápida que qualquer outra sonda.[1]


Encontro com JúpiterVer também: Exploração de Júpiter


A Voyager 1 começou a fotografar Júpiter em janeiro de 1979. Sua aproximação máxima ao planeta aconteceu em 5 de março de 1979, a uma distância de cerca de 349 000 quilômetros do centro do planeta. Devido à maior resolução fotográfica permitida durante uma aproximação maior, a maioria das observações de luas, anéis, campos magnéticos e o cinturão de radiação do sistema de Júpiter foi feita durante um período de 48 horas durante a maior aproximação. A Voyager 1 terminou de fotografar o sistema de Júpiter em abril de 1979.



As duas sondas Voyager fizeram várias importantes descobertas sobre Júpiter, seus satélite, seu cinturão de radiação e seus anéis. A descoberta mais surpreendente no sistema de Júpiter foi a descoberta de atividade vulcânica em Io, que nunca tinha sido observado antes.
A Grande Mancha Vermelha, vista da Voyager 1.


Vista de fluxos de lava irradiando do vulcão Ra Patera em Io.
Falso detalhe da cor da atmosfera de Júpiter, fotografada pela Voyager 1.

Cratera Valhalla em Calisto. Imagem obtida pela Voyager 1 em 1979.







Encontro com SaturnoVer também: Exploração de Saturno


Depois do encontro com Júpiter, as duas Voyagers foram visitar Saturno e seu sistema de luas e anéis. O sobrevoo por Saturno da Voyager 1 aconteceu em novembro de 1980, com a aproximação máxima em 12 de novembro de 1980, quando a sonda chegou a 124 000 quilômetro das nuvens superiores de Saturno. As câmera da Voyager 1 detectaram estruturas complexas nos anéis de Saturno, e seus instrumentos de sensoriamento remoto estudaram a atmosfera de Saturno e de sua maior lua, Titã.

Ficheiro:Vg1 p23254 hires.jpg

Como a sonda Pioneer 11 tinha detectado um ano antes uma fina e gasosa atmosfera em Titã, os controladores da Voyager 1 decidiram que ela iria fazer uma aproximação a Titã. Essa trajetória com um sobrevoo próximo a Titã causou um desvio gravitacional que enviou a Voyager 1 para fora do plano da eclíptica, acabando com sua missão planetária. A Voyager 1 poderia ter seguido uma trajetória diferente, em que os efeitos gravitacionais de Saturno poderiam ter impulsionado ela em direção a Plutão. No entanto, isso não aconteceu, porque a outra trajetória que levava a um sobrevoo próximo a Titã tinha mais valor científico e menos risco.[2]



Imagem de Saturno fotografada pela Voyager 1 a partir de 5,3 milhões de quilômetros de distância, quatro dias após a sua maior aproximação.



Camadas de névoa que cobrem o satélite Titã de Saturno.


Anel F de Saturno fotografado pela Voyager 1

[editar] Estado atualEm 2005 a V

Voyager 1 percorreu mais de 14 bilhões de km (95 Unidades Astronômicas) e afasta-se de nós a uma velocidade de 17,2 km/s (ou 3,6 UA/ano). Os sinais enviados por ela (ou enviados para ela) demoram 760 minutos para chegarem até a Terra.



Atingiu, em 12 de agosto de 2006, uma distância de 100 unidades astronômicas do Sol, tornando-se o primeiro objeto construido pela mão do ser-humano a percorrer tal distância. Em 15 bilhões de quilômetros, está monitorando um espaço interestelar desconhecido pela humanidade. Estima-se que possa se libertar em breve da influência da gravidade do Sol, e em 2020 poderá perder a comunicação com a Terra.



Em Maio de 2010, a sonda encontrava-se a 113,3 UA no plano da constelação de Ofiúco.



Em torno de 14 mil anos ou mais, desde que nenhum choque físico com algum objeto externo (detritos ou outros fatores físicos) a comprometa, ela deverá emergir da Nuvem de Oort, lar dos cometas, muito além dos limites da Heliosfera, porém ainda considerada o limite extremo do Sistema Solar. Enfim, em torno de 40.000 anos, ela deve passar a 1,6 anos-luz da estrela AC+79 3888, da constelação da Girafa, que atualmente pertence a esta mas em 40.000 anos, estará na constelação de Ofiúco, seguindo na sua eterna rota pelo espaço sideral.



Em 13 de dezembro de 2010, depois de meses à espera da confirmação dos dados, a NASA anunciou que a Voyager 1, viajando a uma velocidade de 17 km/s, havia em junho deste ano alcançado a zona de heliopausa, tornando-se o primeiro artefato humano a chegar à fronteira do Sistema Solar. Nesta data, a nave espacial estava a aproximadamente 17,3 bilhões km (10,8 bilhões de milhas) de distância do Sol.[3] Atualmente, a Voyager 1 é o mais distante objeto feito pelo homem a partir da Terra, viajando fora do planeta e do Sol a uma velocidade relativamente mais rápida que qualquer outra sonda.[1]




A IMPORTÂNCIA DA ATMOSFERA PARA A MANUTENÇÃO DA VIDA NA TERRA.


A atmosfera é uma camada de gases que envolve o planeta. Os gases são atraídos pela gravidade do planeta e são retidos por um longo período de tempo se a gravidade for alta e a temperatura da atmosfera for baixa. Alguns planetas consistem principalmente de vários gases e portanto têm atmosferas muito profundas (um exemplo seria os planetas gasosos).
 A atmosfera terrestre protege os organismos vivos dos raios ultravioleta e também serve como um estoque, fazendo com que o gás oxigênio não escape


Composição.
A atmosfera terrestre consiste, da superfície até o espaço, da troposfera, da estratosfera, mesosfera, ionosfera e exosfera. Cada uma destas camadas apresentam gradiente adiabático saturado, definindo as mudanças de temperatura conforme a altura. Também protege a Terra para que os raios ultravioleta do Sol não cheguem diretamente ao planeta.

Importância

Do ponto de vista de um geólogo planetário, a atmosfera é um agente evolucionário essencial na morfologia de um planeta. O vento transporta poeira e outras partículas que degradam a superfície (erosão eólica). precipitações atmosféricas, tais como a queda de gelo (neve, granizo, etc.) e chuva, que dependem da composição atmosférica, também influenciam o relevo. Mudanças climáticas podem influenciar a história geológica de um planeta. De modo oposto, o estudo da superfície de um planeta, primeiramente a Terra, pode levar a um entendimento sobre a história da atmosfera e do clima no planeta.




A composição da atmosfera determina o clima e suas variações. E mantém a composição atmosférica mantém uma íntima relação com o aparecimento da vida e de sua evolução




O que são aviões, foguetes e satélites?

AviãoOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa

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Um avião, ou aeroplano, é uma aeronave, mais pesada que o ar e que se sustenta por meios próprios. Pode possuir um ou mais planos de asa, sendo estas fixas em relação ao corpo da aeronave, ou seja, que dependem do movimento do veículo como um todo para gerar sustentação. Essa definição de asa fixa também se aplica aos que possuem asas dobráveis pois estas também só geram sustentação ao se deslocar todo o veículo.
Duas características comuns a todos os aviões são a necessidade de um fluxo constante de ar pelas asas, para a sustentação da aeronave, e a necessidade de uma área plana e livre de obstáculos onde eles possam alcançar a velocidade necessária para decolar e alçar vôo, ou diminuí-la, no caso de uma operação de pouso. A maioria dos aviões, porém, necessita de um aeroporto dispondo de uma boa infra-estrutura para receber adequada manutenção e reabastecimento, e para o deslocamento de tripulantes, carga e passageiros. Enquanto a grande maioria dos aviões pousa e decola em terra, alguns são capazes de fazer o mesmo em corpos d'água (hidroaviões), outros são capazes de decolar e pousar tanto na água quanto em terra (aviões anfíbios) e alguns até mesmo sobre superfícies congeladas.
O avião é atualmente o meio de transporte civil e militar mais rápido do planeta (Sem levarmos em conta os foguetes e os Ônibus Espaciais). Aviões a jato comerciais podem alcançar cerca de 900 km/h, e percorrer um quarto da esfera terrestre em questão de horas, e mesmo pequenos aviões monomotores são capazes de alcançar facilmente velocidades que giram em torno de 175 km/h ou mais em vôo de cruzeiro. Já aviões supersônicos, que operam atualmente apenas para fins militares, podem alcançar velocidades que superam em várias vezes a velocidade do som (340 m/s = 1224 Km/h).
Ficheiro:Surveyor 1 launch.jpg
Um foguete espacial (português brasileiro) ou foguetão (português europeu) é uma máquina que se desloca expelindo atrás de si um fluxo de gás a alta velocidade. Por conservação da quantidade de movimento (massa multiplicada por velocidade), o foguete desloca-se no sentido contrário com velocidade tal que, multiplicada pela massa do foguete, o valor da quantidade de movimento é igual ao dos gases expelidos.




Por extensão, o veículo, geralmente espacial, que possui motor(es) de propulsão deste tipo é denominado foguete, foguetão ou míssil. Normalmente, o seu objectivo é enviar objectos (especialmente satélites artificiais e sondas espaciais) e/ou naves espaciais e homens ao espaço (veja atmosfera).



Um foguete é constituído por uma estrutura, um motor de propulsão por reacção e uma carga útil. A estrutura serve para albergar os tanques de combustível e oxidante (comburente) e a carga útil. Chama-se também "foguete" ao motor de propulsão apenas.



Existem várias formas de forçar os gases de escape para fora do foguete com energia suficiente para conseguir propulsionar o foguete para a frente (i.e., vários tipos de motor de foguete). O tipo mais comum, que inclui todos os foguetes espaciais que existem actualmente e que voaram até hoje, são os chamados foguetes químicos, que funcionam libertando a energia química contida no seu combustível através de processo de combustão. Estes foguetes necessitam de transportar também um comburente para fazer reagir com o combustível. Esta mistura de gases sobreaquecidos é depois expandida numa tubeira divergente, a tubeira de Laval também conhecida como tubo de Bell, por forma a direccionar o gás em expansão para trás, e assim conseguir propulsionar o foguete para a frente.



Existem no entanto outros tipos de motor, por exemplo os motores nucleares térmicos, que sobreaquecem um gás até altas temperaturas, bombardeando-o com neutrões provenientes do decaimento do seu combustível nuclear. Esse gás é depois expandido na tubeira tal como nos foguetes químicos. Estes tipo de foguete foi desenvolvido e testado nos Estados Unidos durante a década de 60 do século passado, mas nunca chegou a ser utilizado. Os gases expelidos por este tipo de foguete são radioactivos, o que desaconselha o seu uso dentro da atmosfera terrestre, mas podem ser utilizados fora dela. Este tipo de foguete tem a vantagem de permitir eficiências muito superiores às dos foguetes químicos convencionais, uma vez que permitem acelerar os gases de escape a velocidades muito superiores.




Um satélite artificial é qualquer corpo feito pelo homem e colocado em órbita ao redor da Terra ou de qualquer outro planeta. Hoje em dia, ao contrário do que ocorria no início da história dos satélites artificiais, o termo satélite vem sendo usado praticamente como um sinônimo para "satélite artificial". O termo "satélite artificial" tem sido usado quando se quer distingui-los dos satélites naturais, como a Lua.[1] · [N 1]




Atualmente estão em órbita, para além dos satélites do Sistema de Posicionamento Global, satélites de comunicações, satélites científicos, satélites militares e uma grande quantidade de lixo espacial, ou seja, não se deve se referir à satélites apenas como um meio de transporte de dados ou apenas um meio de mapear ou espionar o sistema terrestre.[2]




MISSÃO CENTENÁRIO.

Domingo, 9 de abril de 2006, 01h18
Missão Centenário dá visibilidade ao programa espacial brasileiro
Brasileiro se disse muito feliz por voltar à Terra
 Brasileiro se disse muito feliz por voltar à Terra

A viagem do tenente-coronel da Força Aérea Brasileira Marcos César Pontes à Estação Espacial Internacional, ISS, concretizou o sonho de dar visibilidade ao programa espacial desenvolvido pelo país, permitindo sua entrada no mercado da indústria do setor. "Valeu a pena", disse Pontes, logo após o pouso, no deserto do Cazaquistão.


A nave Soyuz que trouxe de volta à Terra o primeiro astronauta brasileiro e seus companheiros de viagem, o americano William McArthur e o russo Valery Tolkarev, da Estação Espacial Internacional (ISS), aterrissou na madrugada deste domingo (hora local) - numa manobra que obedeceu a todos os requisitos técnicos e aos cronogramas estabelecidos, informou o Centro de Controle Espacial russo.
Emoção à parte, a viagem não deixou de abrir uma oportunidade futura para "empresas brasileiras de realizar contratos paralelos de exportação, de modo a gerar mais desenvolvimento tecnológico, saldo na balança comercial e mais empregos", como declarou o astronauta em entrevista recente.
A viagem de um brasileiro à estação orbital havia sido planejada desde 1997, após a assinatura de um acordo entre o Brasil e os Estados Unidos, segundo o qual o país, através da Agência Espacial Brasileira (AEB), teria o direito à participação científica na ISS, com tripulante incluído, em troca de equipamentos fornecidos à cota da Nasa (agência espacial americana) para a montagem da estação.
A assinatura de um contrato comercial, em outubro de 2005, entre a AEB e a Roscosmos, viabilizou a viagem. Devido aos altos custos, a missão foi cercada de polêmica no Brasil, tendo sido defendida e criticada por vários cientistas.
O protagonista da primeira e histórica viagem de um brasileiro ao espaço, permaneceu oito dias a bordo da Estaçao Espacial Internacional, tendo partido da base de Baikonur, no Cazaquistão, no dia 30 de março. Na chegada à Terra, o astronauta russo foi o primeiro a deixar a cápsula, seguido de Pontes e MacArthur, sendo levados logo para uma tenda armada nas estepes russas para aguardar o traslado à base.



Quinze aparelhos russos, entre helicópteros e aviões, assim como um hospital ambulante americano e veículos especiais se prepararam para as primeiras assistências aos astronautas, informou o general Vladimir Popov do serviço russo de resgate e salvamento. A chegada de Pontes à estação espacial internacional e todo o trajeto realizado despertou enorme expectativa no Brasil, mas o astronauta não teve problemas de adaptação, segundo o Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) a partir dos contactos mantidos com o centro de controle da missão, em Korolev (arredores de Moscou).





quarta-feira, 23 de março de 2011

FOLIA, SÓ FOLIA

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CARNAVAL

Ao som de marchinhas alunos festejam o Carnaval no pátio do colégio, animados pela incansável professora Luciana.Posted by Picasa

BAILE DE MÁSCARAS

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HISTÓRIA DA FERROVIÁRIA



Alunos do 5ºM1 são premiado pela tribuna Impressa por suas brilhantes redações sobre a história da Ferroviária.
Parabéns Matheus, Robert e Tainára.
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